Mostrar a possibilidade de migração dos mainframes usados no governo para uma arquitetura aberta é o objetivo de um projeto realizado pela Universidade Federal de Brasília (UNB), o Serpro e a Dell, que será apresentado durante a Mostra de Soluções em Tecnologia da Informação e Comunicações Aplicada ao Setor Público (Mostra TIC), que acontece em Brasília, de 27 a 29 de março.
Principal empresa pública de processamento de dados, o Serpro firmou convênio com a UNB para desenvolver a pesquisa, denominada Grid Computing, com a solução proposta pela Dell. O projeto-piloto foi desenvolvido no Sistema de Administração Financeira de Estados e Municípios (SIAFEM), de propriedade do Serpro. Os processos do SIAFEM foram redesenhados para uma nova arquitetura (grid e cluster) e o sistema passou a rodar em plataforma baixa. Com os resultados obtidos, o Serpro pretende demonstrar que essa arquitetura é aplicável a qualquer sistema estruturante, sendo, inclusive, extensivo a Estados e Municípios.
De três a quatro vezes mais caras que as plataformas de arquitetura aberta, as estruturas em mainframe geram mais dependência de fornecedores e suporte, segundo o Serpro. Com o aumento da capacidade de processamento das máquinas menores, novas opções de soluções se apresentam e por custos mais baixos. A arquitetura de cluster permite disponibilizar alta capacidade de desempenho, escalabilidade e segurança.
Para o Serpro, a solução testada pela UNB deve fomentar o mercado de TI no setor público – especialmente no governo federal – e promover um debate sobre as novas possibilidades.
Para a implantação do projeto, UNB e Serpro investiram em um laboratório de computação de alto desempenho, montado dentro da universidade com servidores Dell. A equipe de pesquisa é formada por profissionais do Serpro, professores da UNB, alunos de doutorado e mestrado e profissionais da área. O projeto está em desenvolvimento há dois anos.
Fonte: Info



























comentou em 17/11/2008 às 12:11
Isso que falta em algumas Universidade Federais ..
Empresas particulares firmarem parecerias com elas.