A Conferência Internacional de Supercomputação, que está acontecendo em Hamburgo, na Alemanha, é o lugar mais apropriado para o comitê dos Top500 atualizar sua lista dos 500 supercomputadores mais potentes do mundo. E, na lista deste ano, uma surpresinha: o chinês Tianhe-1A não é mais o número 1 da lista, tendo sido superado pelo novíssimo Fujitsu K, localizado no RIKEN Advanced Institute for Computional Science, no Japão.
Aliás, “superado” não seria a palavra apropriada, já que o ex-líder foi simplesmente triturado em termos de potência pelo K. Esta engenhoca vermelha e cinza é mais poderosa que os cinco computadores que a seguem na lista juntos, e consome eletricidade capaz de energizar 10.000 casas por ano. De fato, o Fujitsu K produz cerca de 8,2 quatrilhões de cálculos por segundo (três vezes mais que o Tianhe-1A), chegando à velocidade absurda de 8,162 petaflops por segundo. Tudo isso graças às suas 68.544 CPUs. E a Fujitsu, junto com o instituto, pretende adicionar mais uma quantidade absurda de CPUs para que a maquininha rompa a barreira dos 10 petaflops por segundo.
Sim, isso é poder demais para qualquer ser humano mensurar, mas o fato é que ela existe e está fazendo seu trabalho direitinho. Mas eu só tenho uma perguntinha: será que estes institutos, companhias e centros realmente precisam de tanta potência assim ou eles só querem no fim competir por um lugarzinho nesta famigerada lista? Tire suas próprias conclusões.
E, pra terminar… quanto tempo até que tenhamos esta potência em nossos smartphones?
Via CrunchGear





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