A censura como arma

A China, mais uma vez, usa a censura como arma. A China bloqueou o acesso ao YouTube, após dezenas de filmes com cenas de protestos no Tibete serem veiculadas no site. O jornal The Guardian também está bloqueado. O objetivo: manter a população no escuro, sem saber o que está acontecendo no Tibete desde sexta, onde centenas de pessoas estão morrendo.
Hoje, os chineses são os mais numerosos na internet, segundo o Marshabe.com, ultrapassando inclusive os americanos. Apesar disso, sofrem duras restrições de acessos a sites que não são do interesse do Governo, sendo uma das mais rígidas ditaduras do mundo. Até o Google, Yahoo e Microsoft sofreram à censura da China, sendo obrigados a bloquear o acesso a determinados sites se a visita vier da China. A Wikipedia também já foi bloqueada. Nem mesmo é a primeira vez que isso acontece com o YouTube.
O que todos se perguntam é: em agosto haverá as Olimpíadas de Pequim. Jornalistas e turistas do mundo inteiro visitarão a China durante este mês, e inevitavelmente irão acessar a internet. A censura continuará ou haverá uma abertura assim como a que houve no mercado, abrindo uma brecha para uma internet mais democrática?







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Realmente isso é um problema e pode ser algo ainda maior.
Mas espero que as Olimpíadas lá ajudem a quebrar essa censura horrível que acontece lá, tirar a liberdade das pessoas de acessarem determinados endereços e tal.
As olimpíadas na China serão um marco histórico que irão definir a verdadeira cara do país: ou dá certo, ou fode tudo.
Fiquemos na esperança de que dê tudo certo e que a China se prove como um país livre.