Metatags, longdesc, peças fundamentais para um html bem escrito, não acham? Pena que só alguns autores de blog, aqui e ali, ou ainda, um ou outro indivíduo que os acompanha sabem da existência da tag e do atributo os quais destaco neste post.

La fora, certamente em um mundo no qual poucos lerão este post, a realidade é totalmente contrária aos padrões para desenvolvimento web. Muitos acham pura frescura, outros simplesmente são desprovidos de conhecimento (se bem que na área isso nunca foi desculpa, é fácil aprender) e continuam com seus “portais” em flash.

Eu tenho mania de ficar olhando código fonte, faço isso algumas vezes por dia e é muito fácil encontrar documentos sem doctype, fácil encontrar agências, que quando não escolhem flash para seus sites, ainda fazem uso de tabelas, entre outras coisas.

Já ouvi, de profissionais que respeito inclusive, argumentos do tipo “este é um site publicitário então deve ter esse apelo”. Já disse e repito, acessibilidade não é apenas algo para auxiliar portadores de deficiências.

Sinceramente, foi o tempo no qual valia a migração aos poucos de tabela para um código adequado. Quem começou a fazer html há 2 ou 3 anos, ao meu ver, tem obrigação de saber escrever código utilizando o máximo possível de tags corretas.

um texto do Pedro Rogério, falando sobre o atributo longdesc e sobre uma pesquisa feita em agosto do ano passado referente ao uso do mesmo. Eu acredito que o resultado da pesquisa ainda possa mudar, tudo vai depender da qualidade dos profissionais da nossa área. Boas referências não faltam, é questão de ir atrás, pesquisar, de levar nosso trabalho a sério e não mais como uma brincadeirinha de adolescente.

Para finalizar, vou deixar essa referência. Acho importante, principalmente para os designers.

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