Toca-discos de papel


Em tempos de iPod e MP432 é difícil falar dos bons e velhos discos de vinil sem bater aquela nostalgia. Tá certo que não há como comparar a qualidade do som dos arquivos digitais com os LP’s, mas os fanáticos pelos bolachões insistem em afirmar que está justamente aí a sua magia: O chiado provocado pela agulha nos discos, além de toda o processo em decidir que música vai em qual lado do Long Play.

Lembro que quando pequeno, vendia-se nas bancas de jornais uma revista que era o próprio toca discos, onde bastava girar o dito cujo manualmente para ouvir a historinha contada na mesma. O segredo era manter a mesma velocidade enquanto se girava o disco, para tentar não distorcer o som, e aproximar bem o ouvido da pequena agulha para ouvir direito.

É justamente aí que entra a criação de Simon Elvins. Este designer de cartões, daqueles que se manda para namoradas, amigos doentes, em aniversários e por aí vai, criou uma radiola quase que totalmente feito de papel.

A grande melhoria em relação a antiga revistinha que mencionei antes está no cone preso diretamente na agulha, o que faz com que o som saia mais alto e a manivela usada para manter as 33¹/3 RPM’s (Rotações Por Minuto) necessárias para ouvir todo e qualquer disco de vinil que por acaso esteja acumulando poeira em algum baú da sua casa.

Via Simon Elvins

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