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Mercado

Google passa a perna na Microsoft

Por Cynara Peixoto • 17/04/2007 • Categoria: Google, Mercado, MicrosoftEnvie por email

O Google mais uma vez passou a perna na Microsoft e confirma seu domínio no mercado de anúncios pagos na internet. Estava praticamente certa a compra da DoubleClick pela Microsoft, conforme noticiado aqui no Mundo Tecno. Mas na reta final, o Google surpreendeu e adquiriu a empresa por 3,1 bilhões de dólares. Com isso, o gigante das buscas aumenta sua participação no bolo dos anúncios online, praticamente monopolizando-o.

Mas nem tudo são flores. Já é cogitada a hipótese de a Microsoft e a AT&T apelarem para a lei de Antitruste, que existe justamente para evitar o monopólio nos EUA. Irônico, não?

Eric Schmidt, executivo do Google, desmente que o Google queira monopolizar o mercado: “Este é um mercado muito, muito competitivo em termos de número de opções. Nós não achamos que isso vá acontecer. “

O negócio de anúncios publicitários na web tem movimentado milhões de dólares anualmente. O programa que cuida disso no Google é chamado de Google AdSense, em que sites oferecem seu espaço para pequenas propagandas em formato de texto relacionados ao seu assunto principal (você pode ver alguns logo abaixo do título deste post).

A DoubleClick tem parceria com grandes publicitários e grandes sites, e é uma oportunidade para o Google começar a trabalhar com um nível mais elevado de anúncios do que apenas pequenos textos. Agora a pergunta será: Como isso vai ser feito?

O Google já está anunciando hoje na internet, rádio, jornais impressos e televisão, dominando assim todas as mídias existentes no mercado americano. O que mais vai faltar ao Google para dominar o mundo publicitário?

Fonte: Bussiness Week


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Cresce o número de novos empreendedores na internet

Por Cynara Peixoto • 10/04/2007 • Categoria: E-commerceEnvie por email

O comércio eletrônico brasileiro, que apresentou um crescimento de 76% nas vendas em 2006, não é território exclusivo das grandes varejistas. Seja como alternativa para entrar no mercado ou apenas como estratégia de negócio, muitas pequenas empresas estão optando por oferecer produtos e serviços na internet e assim, participar do bom momento que atravessa o comércio online no País.

Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), já existem 14,9 mil pequenas e médias companhias que vendem na internet. “Apesar de responderem por apenas 20% do movimento total de vendas, a quantidade de novos empreendedores na internet vem crescendo muito”, afirma o consultor da Câmara-e.net, Gastão Mattos.

Os motivos, para especialistas, são a popularização desse tipo de negócio no País e o preço reduzido dos serviços de criação de lojas virtuais. “Hoje, com R$ 200 por mês, o empresário pode implantar um sistema de venda eletrônica”, diz o diretor do instituto de pesquisa E-bit, Pedro Guasti.

Em 2005, o carioca Fábio Seixas gastou R$ 20 mil para abrir sua loja virtual, a Camiseteria. Segundo ele, com esse valor, seria impossível inaugurar a loja física. “A internet viabilizou nosso negócio”.

Menos de dois anos após o início das atividades, o site, que vende camisetas com estampas feitas por usuários, recebe 12 mil acessos por dia. As visitas se convertem na venda de 1,8 mil camisetas por mês e num faturamento mensal de R$ 100 mil.

Para o consultor em tecnologia da informação do Sebrae-SP, Jorge Rocha, o comércio eletrônico traz muitas vantagens para o microempresário. Entre elas, o investimento inicial reduzido e a possibilidade de se atingir um público maior.

Mas essa forma de negócio também impõe desafios.

“Tem de estar tudo funcionando direitinho. Caso contrário, pode ser desastroso”, diz Rocha. “Funcionar direitinho”, nesse caso, significa manter informatizados os sistemas de controle financeiro e de estoque, além de cuidar bem da logística de entrega.

O paulista Luis Fernando Donatti sentiu na pele os efeitos da falta de estrutura. Em 2001, começou a vender acessórios para carros e jipes por meio de um site que ele próprio criou e colocou no ar. As encomendas começaram tímidas: apenas uma ou duas por semana, enviadas por Sedex e cobradas por boleto bancário. Dois anos depois, chegavam a 40 por dia. O sistema do site não suportou e Donatti precisou tirá-lo do ar por alguns dias. “Não dava mais conta de cuidar do site, embalar os produtos e administrar a empresa sozinho”. A saída foi contratar uma empresa especializada para implantar o sistema de “carrinho de compras”, que permite o pagamento por cartão de crédito. Também contratou 16 funcionários. Hoje, fatura R$ 2 milhões. “Tenho clientes até na Espanha e em Portugal.”

Outra alternativa que muitas empresas vêm usando para entrar no comércio eletrônico é mirar em nichos de mercado específicos. Segundo Pedro Guasti, da E-bit, o comércio de livros técnicos, tênis e perfumes importados e flores são algumas das áreas em que as pequenas são mais atuantes.

Fonte: Estadão


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Promoção Submarino

Por Cynara Peixoto • 03/04/2007 • Categoria: E-commerceEnvie por email

A Submarino está com mais uma promoção. Ele fez uma seleção dos mil produtos mais desejados do site com desconto e frete grátis para todo o Brasil! Há produtos de informática, eletrônicos, telefonia, DVDs… E mais, para quem tem o Cartão Submarino, os descontos podem chegar a até 50%! Mas corra, você tem apenas uma semana para realizar os seus desejos.

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Pensando em fazer concurso público pra TI?

Por Cynara Peixoto • 03/04/2007 • Categoria: MercadoEnvie por email

Ouço muita gente falar que não quer nem saber de fazer concurso. As desculpas são as mais variadas: Tem marmelada, são poucas vagas, não tem pra área de TI, o salário é baixo…

Pura balela. Falo com conhecimento de causa. Também nem sonhava em fazer concurso público, pois não tinha idéia de como era na realidade. Sempre há um preconceito enorme com relação a isso, mas a cada dia mais gente entra nessa. Por quê?

Porque quando você está em um emprego público, você tem mais segurança, tranqüilidade, qualidade de vida. Porque quer queira, quer não, você é mais bem visto na sociedade. Porque apesar das más línguas, a gente rala muito sim senhor, mas nos vemos recompensados. E porque você pode sim fazer concurso para trablhar no que gosta, o que é muito bom!

Existem muitos concursos para quem quer trabalhar com TI: Serpro, Dataprev, Banco Central, Polícia Federal, Receita, Bancos, etc… Decidi fazer o concurso do Serpro em Fortaleza, em 2005. Decidi porque é uma empresa totalmente voltada para informática, que está sempre trabalhando com várias tecnologias, é modelo de gestão de qualidade com certificação CMM, tem muitos benefícios, etc, etc, etc…

Já faz um pouco mais de um ano que estou aqui, e estou adorando meu trabalho. O Serpro é uma empresa antenada, que valoriza muito o estudo, investe em pesquisa, está sempre inovando. Trabalhamos em um ambiente agradável, com programas de qualidade de vida, e sempre temos bons desafios, não dá pra ficar parado. É um emprego público com cara de particular pela constante evolução, mas ao mesmo tempo, você encontra a segurança que você precisa para trabalhar bem disposto.

Às vezes me perguntam: tem como fazer carreira aí? Tem sim, agora o nível é bem alto, prepare-se para fazer especialização, mestrado, ter certificações… uma coisa é certa, o caminho é o estudo. Quanto mais melhor.

“No Serpro o pessoal só trabalha com programação”… Gente, esta foi a coisa mais absurda que já ouvi O Serpro é imenso, tem vários setores, e há espaço para trabalhar com tudo: Testes, Qualidade, Banco de Dados, Suporte, Gerenciamento de Projetos, Design… são muitas as opções, e quando você assume, eles tentam sempre encaixar você no melhor lugar que se adeque ao seu perfil.

Um ponto que não posso deixar de tocar: O salário. Bem, para o padrão de mercado, o valor inicial ainda é baixo, principalmente para quem vive em regiões como São Paulo, Rio e Brasília. Com o passar do tempo, ele dá uma boa melhorada. Estamos tentando dar um upgrade no salário inicial através de um novo Plano de Cargos e Salários, é um momento de expectativa.

Este ano o concurso que fiz vai expirar o prazo, em junho. Fala-se de ter outro concurso para o Sepro no segundo sementre deste ano, mas ainda são só especulações, não há nada certo. Se estiver interessado em ser meu futuro colega e quiser saber mais sobre o concurso passado, veja aqui o edital. Se eu souber com certeza de que haverá uma nova seleção este ano, coloco aqui o aviso. E uma coisa é certa: vale a pena sim, fazer concurso para TI.


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Aumentam as compras feitas internet no Brasil

Por Cynara Peixoto • 02/04/2007 • Categoria: E-commerceEnvie por email

O brasileiro tem trocado a lotação dos shoppings pela facilidade da internet. Pelo menos é o que mostra pesquisa do instituto Ipsos, feita a pedido da empresa de crédito Cetelem. Em 2006, cerca de 18% dos internautas com renda familiar de R$ 3.819 e renda disponível de R$ 1.000 usaram a rede para comprar.

Em 2005, o percentual era de 16%. O motivo desse crescimento, para 97% dos entrevistados, é a variedade de escolha.

Outras explicações para este processo está na mudança do perfil do consumidor. A Ipsos mostrou que o aumento da renda e o crédito fácil fazem o brasileiro aumentar suas expectativas de consumo.

O Ipsos Public Affairs consultou 1.200 famílias em todo o País no fim de 2006. Do total de entrevistados, 46% responderam que pretendem consumir mais em 2007. Na pesquisa anterior, de dezembro de 2005, para consumo em 2006, esse número era menor – 39%. Os sonhos continuam sendo móveis e eletrodomésticos (37%), mas há maior intenção de gastos com lazer e viagens, computadores e casa própria.

Entre a classe C, cuja renda familiar é de R$ 1.161,88, o desejo de adquirir um computador saltou de 18%, em dezembro de 2005, para 23% no fim de 2006.

A pesquisa mostra que a classe C passou a ter os mesmos objetivos de consumo da classe AB (R$ 2.325,38), inclusive para itens mais caros. “Hoje, o desejo de comprar um computador é praticamente o mesmo entre essas duas classes”, diz Franck Vignard Rosez, diretor da financeira Cetelem, que encomendou o estudo ao instituto.

Fonte: O Povo


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